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Oficina de Artes Plumárias, com Natan Pankjeri

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

20/12/2025, das 10h às 12h

Entrada:

gratuita, mediante inscrição

Vagas:

20 (vinte)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

As inscrições serão realizadas de 13 a 20 de dezembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).

No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.

O Museu das Culturas Indígenas (MCI) traz Natan Pankjeri (Jeripancó) para uma oficina em que serão confeccionados adornos a partir de plumas, que, assim como para muitas outras etnias indígenas, possuem um significado cultural e espiritual profundo, muito além de um simples enfeite. São considerados sagrados e o uso está geralmente ligado a rituais, crenças e à identidade de um grupo. Todos os participantes farão seu próprio item e, a partir das orientações de Natan, aprenderão a respeitar e reverencia-lo.

Na parte da tarde, após o intervalo de almoço, Natan Pankjeri continuará no MCI e comercializará outros itens confeccionados artesanalmente, integrando a Feira de Artes Manuais Indígenas.

Sobre Natan Pankjeri
Nascido na Aldeia Pankararu de Brejo dos Padres (Tacaratu – PE), passou a viver na Aldeia Geripankó (Povoado Ouricurí), no Estado de Alagoas. Em contexto urbano na capital paulista, vive no extremo Sul da cidade. É operário da construção civil e, a partir dos conhecimentos transmitidos por seus antepassados, é artesão, realizando artes plumárias, adornos, trabalhos em madeira, palha e raízes, entre outros itens, e, também, condutor de atividades ritualísticas e sobre medicinas tradicionais de seu(s) povo(s).

Sobre o Povo Jeripancó (também grafado Jeripankó ou Jiripancó)
Atualmente, se encontra no Alto Sertão de Alagoas, concentrado principalmente nas redondezas do município de Pariconha (AL), em comunidades como Ouricurí, Figueiredo, Piancó, Poço D’Areia, Serra do Engenho, Araticum, Capim e Caraibeiras. Os integrantes desse grupo são descendentes dos Pankararu do Brejo dos Padres que migraram para Alagoas em função das perseguições, dos faccionalismos, das secas ou da escassez de terras de trabalho. Mesmo em territórios diferentes, mantêm contato com os parentes e frequentemente visitam o Brejo dos Padres, do outro lado do rio Moxotó, inclusive para as festas.

Sobre o Povo Pankararu
Povo originário da Caatinga (único bioma exclusivamente brasileiro), no semiárido, tem sua terra, homologada em 1987, localizada entre os atuais municípios de Petrolândia, Itaparica e Tacaratu, no sertão pernambucano, próximo ao rio São Francisco; área habitada continuamente a cerca de 7 mil anos. Como outros povos vizinhos, sofreu grandes ataques na expansão do colonialismo português desde o século XVI, perda dos seus territórios, liberdade e língua. Com a crescente demanda por reconhecimento a partir do século XX, torna-se um dos primeiros povos do Nordeste a ter reconhecida sua existência e território demarcado. Hoje, com três núcleos populacionais diferentes, no território original em Brejo dos Padres (PE); na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba (Araçuaí – MG), junto ao povo Pataxó, no Médio Jequitinhonha; e na maior metrópole do país, São Paulo (Comunidade Indígena Pankararu do Real Parque), são um exemplo da pluralidade e diversidade dos povos indígenas brasileiros, tal como sua complexa identidade socioterritorial.

Observações:

  • as inscrições serão realizadas de 13 a 20 de dezembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
  • ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
  • apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
  • para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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