Pular navegação

FLAN | A Palavra Terra (também) pode ser Digital?, com Karaí Mirim (mediação), Alex Potiguara e Inara Nascimento

Local:

YouTube do MCI

Data:

04/11/2026, quarta-feira, das 15h às 16h

Entrada:

gratuita

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

ATIVIDADE VIRTUAL E GRATUITA, SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO. PARA ASSISTIR, CLIQUE AQUI!

A infraestrutura física que sustenta a internet e a inteligência artificial devastam a natureza em velocidade alarmante. Como proteger os povos originários e a palavra-terra do avanço predatório dos algoritmos? Com mediação de Karaí Mirim, Alex Potiguara e Inara Nascimento debatem o choque direto entre a lógica colonial das redes e a urgência do cuidado coletivo. A proposta é desarmar a ilusão de um mundo digital inofensivo, exigindo soberania e ética para que o corpo indígena ocupe os espaços virtuais sem se desconectar das lutas reais e do cotidiano nas aldeias.

Sobre Alex Potiguara
Bioma Mata Atlântica | Tem pós-doutorado pela Universidade de Sheffield, na Inglaterra; é Doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital e Mestre em Mídias Digitais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Atualmente, é pesquisador interdisciplinar com atuação nas áreas de Inteligência Artificial, Ética Digital e Governança Sociotécnica, com foco nas implicações da IA e tecnologias digitais na formação, identidade e soberania de povos indígenas. No seu Pós Doc., realizado em 2025 com apoio do Digital Good Network, teve contribuição singular com outros parceiros indígenas na coautoria da construção coletiva do “Manifesto pelo Bem Viver Digital” e da rede “IndiGenAI”.

Sobre Inara Nascimento
Bioma Amazônia | Mulher indígena Sateré Mawé, feita de dança e farinha. Poetisa, professora, pesquisadora e cozinheira, é doutora em Ciências Sociais e professora do Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da Universidade Federal de Roraima (UFRR). É agitadora cultural da Casa Catitu, onde só se anda de bando, em Boa Vista (RR). Organizou as coletâneas “Vivências Diversas: Uma Coletânea de Indígenas Mulheres” (2020), “Saberes Indígenas: Produção de Conhecimento desde os Territórios” (2020) e “Vozes Indígenas na Produção do Conhecimento” (2022). É autora de “Palavra Feitiço” (2026), obra contemplada pela Lei Paulo Gustavo (2025), e, com Rute Costa, de “Ajeum Mi’u” (Editora Elefante, 2026). Sua escrita entrelaça literatura, ancestralidade e os vínculos entre território, corpo e espírito, afirmando a poesia como espaço de memória, criação e encantamento. É território, corpo e espírito em feitura.

Sobre Karaí Mirim (mediação)
Bioma Mata Atlântica | Indígena do povo Guarani, mestre em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP) e supervisor de comunicação do Museu das Culturas Indígenas. Sua trajetória articula comunicação, arte, caminhada e incidência institucional na construção de narrativas indígenas contemporâneas comprometidas com memória, território, sustentabilidade e transformação social.

Observação:

  • atividade virtual e gratuita, sem necessidade de inscrição.

BUSCAR

Todos os direitos reservados © Museu das Culturas Indígenas 2023 | Desenvolvido por Inova House 

Integração