FLAN | A Escola Viva, com Karaí Mirim (mediação) e Cristine Takuá
Local:
MCI | 7º Andar
Data:
07/11/2026, sábado, das 10h às 12h
Entrada:
gratuita
Vagas:
30 (trinta)
Informações:
(11) 3873-1541
Classificação:
Livre
ATIVIDADE PRESENCIAL E GRATUITA, COM INSCRIÇÃO POR ORDEM DE CHEGADA, ATÉ O ESGOTAMENTO DAS VAGAS.
A imposição do modelo ocidental de ensino sufoca os saberes e as vivências das comunidades. Cristine Takuá e Karaí Mirim apresentam o projeto Escolas Vivas (iniciativa de fortalecimento cultural e pedagógico coordenado por Cristine Takuá, desenvolvido em parceria com o Selvagem – Ciclo de Estudos sobre a Vida). Aqui, o ensino caminha na mesma correnteza da luta pela homologação das terras. Aprender é vivenciar o próprio chão. O encontro escancara a urgência de apoiar as comunidades na construção de um conhecimento onde a espiritualidade e a cultura ditam o ritmo, longe das cartilhas impostas de fora.
Sobre Cristine Takuá
Bioma Mata Atlântica | Filósofa, educadora, artesã e aprendiz de parteira, do povo Maxakali; graduada em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’ e coordenadora da Comissão Guarani Yvy Rupa. É representante do Núcleo de Educação Indígena (NEI), na Secretaria de Educação de São Paulo, e membro-fundadora do Fórum de Articulação dos Professores Indígenas do Estado de São Paulo (Fapisp). Atualmente, é diretora do Instituto Maracá, que faz a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas (MCI), e coordenadora da Ação Colaborativa Escolas Vivas, em parceria com Selvagem – ciclo de estudos sobre a vida. Vive na Terra Indígena Rio Silveira, localizada na divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião.
Sobre Karaí Mirim (mediação)
Bioma Mata Atlântica | Indígena do povo Guarani, mestre em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP) e supervisor de comunicação do Museu das Culturas Indígenas. Sua trajetória articula comunicação, arte, caminhada e incidência institucional na construção de narrativas indígenas contemporâneas comprometidas com memória, território, sustentabilidade e transformação social.
Observações:
- atividade presencial e gratuita;
- inscrição por ordem de chegada ou até esgotamento das 30 (trinta) vagas;
- a abertura das inscrições se dará 30 (trinta) minutos antes do início da atividade;
- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 1 hora de antecedência do horário da atividade
- apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- a participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, nas áreas expositivas, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas;
- ao participar das atividades presenciais do Museu das Culturas Indígenas (MCI), registros fotográficos e em vídeo podem ser feitos pela equipe. O seu uso será exclusivamente para fins de divulgação institucional e promocional do MCI. Caso tenha alguma objeção a essas finalidades, informe nossa equipe.