1ª Exposição de Artes Manuais Indígenas MCI-TRT-2
Local:
Fórum Trabalhista Ruy Barbosa
Data:
18/03/2026, quarta-feira, das 09h às 17h
Entrada:
gratuita
Informações:
(11) 3873-1541
Classificação:
Livre
ATIVIDADE PRESENCIAL E GRATUITA, SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO.
A Exposição será realizada no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa | Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – TRT-2 (Av. Marquês de São Vicente, 235 – Barra Funda).
Em uma inovadora parceria entre a Divisão de Sustentabilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) e o Museu das Culturas Indígenas (MCI), por meio do Conselho Indígena Aty Mirim e do Instituto Maracá, com fins de promover a inclusão produtiva, gerar renda e valorizar diferentes culturas indígenas do Estado de São Paulo, acontece a 1ª edição da Exposição de Artes Manuais Indígenas MCI-TRT-2.
A realização desta exposição permitirá, ainda, fomentar as ações previstas na Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário (Resolução CNJ nº 400/2021) que estabelece a promoção da equidade, diversidade e a inclusão social, e as diretrizes previstas na Política de Responsabilidade Socioambiental do TRT-2 (Ato GP nº 26/2019), especificamente, as de direitos humanos e envolvimento e desenvolvimento da comunidade, bem como o inciso V, do art. 3º do Ato GP nº 14/2024.
Sobre a Divisão de Sustentabilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2)
Vinculada à Secretaria-Geral, é responsável por promover a sustentabilidade; o valor social do trabalho e a dignificação do trabalhador; a gestão eficiente e eficaz dos recursos sociais, ambientais e econômicos; contribuir para o fortalecimento das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável, visando o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), a partir dos objetivos traçados pelo TRT da 2ª Região em sua Política de Responsabilidade Socioambiental, Plano Estratégico Institucional e no Plano de Logística Sustentável.
Sobre o Conselho Indígena Aty Mirim
É a instância pela qual têm se construído mecanismos de escuta, consulta e formulação de uma agenda propositiva de trabalho comprometida com os direitos dos povos indígenas e com a promoção de uma co-gestão indígena do MCI, contemplando os projetos cosmopolíticos de educação, memória, culturas, artes, patrimônio e outros, associados às lutas dos povos originários na sua diversidade. Seus integrantes, pertencentes a diversos povos originários encontrados no Brasil (Guarani Mbya, Guarani Nhandeva, Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal), representam os seguintes territórios do Estado de São Paulo:
- Aldeia Itapu Mirim (Registro), Aldeia Itapuã (Iguape) e Tekoa Takuari (Eldorado), no Vale do Ribeira;
- Aldeia Nhamandu Oua (Itanhaém), Aldeia Nhanderu Pó – Terra Indígena Aguapeú (Mongaguá) e Aldeia Tapirema – Terra Indígena Piaçaguera e Aldeia/Terra Indígena Bananal (Peruíbe), no Litoral Sul;
- Aldeia Rio Bonito e Terra Indígena Renascer (Ubatuba) e Tekoa Rio Silveira (Bertioga/São Sebastião), no Litoral Norte;
- Aldeias Ekeruá, Kopenoti, Nimuendaju e Tereguá – Terra Indígena Araribá (Avaí), Terra Indígena Icatu (Braúna) e Terra Indígena Vanuíre (Arco Íris), no Oeste e Sudoeste Paulista;
- Comunidade Pankararu do Real Parque, Tekoas Pyau, Itakupe, Itawerá, Ytu e Yvy Porã – Terra Indígena Jaraguá e Terra Indígena Tenondé Porã, em São Paulo; e
- Reserva Indígena Filhos Desta Terra – Aldeia Multiétnica, em Guarulhos.
Sobre o Instituto Maracá
Organização da sociedade civil, fundada em 2017. Inspirado pelos maracás (chocalhos feitos de cabaça e sementes), que são objetos sagrados utilizados por grande parte dos povos ameríndios em diferentes rituais e celebrações para se comunicar com o mundo espiritual, tem por intenção encontrar as melhores formas de transmitir as mensagens e conhecimentos dos povos originários para os não-indígenas, com foco principal na proteção e difusão do patrimônio histórico, ambiental e cultural.
Sobre o Museu das Culturas Indígenas (MCI)
Criado com o propósito de articular, pesquisar, fortalecer e comunicar as histórias e memórias de resistência e resiliência indígenas, suas artes e outras produções artísticas, intelectuais e tecnológicas. Se constitui como uma instituição museológica de caráter dialógico, participativo e de expressão de diversas vozes e culturas, onde a memória da ancestralidade permite, aos diversos povos originários, compartilhar suas ideias, saberes, conhecimentos, filosofias, músicas, artes, memórias e histórias. Inaugurado em 2022, é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo (SCEIC-SP), administrada pela Organização Social de Cultura Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari), em parceria com o Instituto Maracá, a partir de uma proposta inovadora de gestão compartilhada com protagonismo do Conselho Indígena Aty Mirim, que é composto por lideranças de diversos povos indígenas do Estado de São Paulo: Guarani Mbya, Guarani Nhandeva, Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal.
Observações:
- atividade presencial e gratuita, sem necessidade de inscrição;
- a Exposição será realizada no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa | Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – TRT2-SP (Av. Marquês de São Vicente, 235 – Barra Funda);
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade.
