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Contação de Histórias MCI | Do Nordeste ao Cabuçu – a luta pela preservação em Guarulhos, com Pedro Pankararé

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

18/04/2026, sábado, das 11h às 12h

Entrada:

gratuita

Vagas:

30 (trinta)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

As inscrições serão realizadas de 11 a 18 de abril ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).

No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.

No mês em que se celebra o Dia dos Povos Indígenas (19/04), o MCI recebe Pedro Pankararé, que traz narrativas sobre a presença e luta de seu povo em Guarulhos (SP). Essa existência é parte de um contexto de “indígenas urbanos” que se concentra principalmente no bairro do Cabuçu, onde se encontra a Aldeia Multiétnica Filhos desta Terra, que abriga, desde 2017, mais de 30 famílias de etnias Gavião, Guajajara, Pankararé, Pankararu, Timbira, Tupi e Wassu-Cocal.

A “luta” se refere tanto à resistência cultural (manutenção de rituais, artesanato e idioma) quanto à territorial. A área no Cabuçu está em processo de tentativa de transformação em uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável, para garantir a permanência da comunidade.

Sobre Pedro Pankararé
Indígena do povo Pankararé, que, originalmente, habita a região do Sertão Baiano, compreendendo os municípios de Glória, Paulo Afonso e Rodelas. É morador de Guarulhos e representante Pankararé em contexto urbano. Foi Agente Indígena de Saúde, integrando, também, o Conselho Municipal da Saúde Indígena – órgão ligado à Coordenadoria de Direitos Humanos do município de São Paulo. Atualmente, faz parte da Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste (ARPINSUDESTE), é membro da Associação Indígena Pankararé de Osasco e Conselheiro no Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPISP), pela Coordenadoria de Política para Povos Indígenas da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo (CPPI-SJC-SP).

Sobre o Programa de Contação de Histórias MCI
Criado em 2024, é um programa mensal para crianças e suas famílias com foco nos saberes dos povos originários e na possibilidade de experiências de interação e compreensão da diferença. Promove a valorização da pluralidade de vozes e vivências, a partir do compartilhamento de narrativas sobre os modos de viver, estar e cuidar do mundo pela perspectiva de diferentes povos indígenas.

Em dois anos de realização, trouxeram suas histórias:

  • Lilly Baniwa;
  • Luã Apyká
  • Naktamanãã Kuparaka
  • Dario Machado, Gerolino Cézar e Ranulfo Camilo
  • Kuenan Tikuna;
  • Djagwa Ka’agwy Kara’i Tukumbó;
  • Cristino Wapichana;
  • Énh xym Akroá Gamella;
  • Coletivo Kanewí (Júlia Maynã e Awassury Fulkaxó);
  • Sônia Ara Mirim e Natalício Karaí de Souza;
  • Tserenhõ’õ Tseredzawê;
  • Xipu Puri e Abi Poty;
  • Wera Xuru;
  • Elzeni Kaimbé;
  • Siriani Huni Kuin;
  • Ediele Pankararu e Ynaiê Máximo;
  • Cristine Takuá, Maria Ara Poty, Sônia Ara Mirim e Tamikuã Txihi;
  • Lucia Benite;
  • Mulheres Waurá das aldeias Piulewene e Ulupuwene;
  • Dani Mara;
  • Tsinaki Ashaninka;
  • Maria Lídia e José Pankararu;
  • Olivio Jekupé;
  • Yndyan Fulkaxo, Michele Saints, Upya Pankararu, Txayane Fulni-ô, Laís Santos, Simone Pankararu e Júlia Maynã.

Observações:

  • 30 (trinta) vagas;
  • as inscrições serão realizadas de 11 a 18 de abril ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
  • ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
  • apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
  • no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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