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Apresentação do Processo de Elaboração do Plano Museológico do MCI/TAVA, com Conselho Aty Mirim

Local:

Auditório | Parque da Água Branca

Data:

28/08/2026, sexta, das 14h às 17h

Entrada:

gratuita

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

Atividade presencial e gratuita, sem necessidade de inscrição (sujeita à lotação do espaço), realizada no no Auditório – Parque da Água Branca (Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca).

Na data de encerramento do Projeto de Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas, com a presença das equipes e do Conselho Aty Mirim, será apresentado ao público o processo de construção coletiva do novo Plano Museológico do Museu das Culturas Indígenas (MCI)/TAVA, a base que fundamentará os caminhos do museu nos próximos anos.

Sobre a Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas
A construção do novo Plano Museológico aconteceu ao longo da Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas, projeto executado via Edital Fomento CultSP, ProAc 36/2024 Manutenção e Modernização de Museus – Termo de execução cultural PNAB 412/2025. O projeto teve como objetivo a formação do Conselho Aty Mirim e das equipes indígena e não indígena do Museu das Culturas Indígenas e do Instituto Maracá, visando qualificar a equipe para a revisão e atualização do Plano Museológico do MCI com a premissa de que os diálogos interculturais e transdisciplinares devem pautar todas as atividades e, dessa forma, assegurar a representatividade do texto final, conduzido pelos princípios da participação, da colaboração e do protagonismo de povos e movimentos indígenas em todas as etapas do processo museológico. A Formação foi composta por 6 encontros, com 12 aulas e 12 sessões de trabalho ao todo, além dos encontros abertos ao público de apresentação e finalização.

O projeto Formação em Museologia Intercultural para Lideranças Indígenas, idealizado e realizado pelo Instituto Maracá, é contemplado pelos mecanismos do Fomento Estadual de São Paulo, denominado Fomento CultSP, através do Edital do Programa de Ação Cultural (ProAC) 36/2024 – Manutenção e Modernização de Museus, sob o Termo de Execução Cultural da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) nº 412/2025. A iniciativa conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), via Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas do Governo do Estado de São Paulo (SCEIC-SP), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal.

Sobre o Instituto Maracá
Fundado em 2017, é uma organização da sociedade civil que atua como ponte entre os saberes originários e a sociedade não-indígena. Sua inspiração vem dos maracás – instrumentos sagrados de cabaça e sementes que conectam os povos ameríndios ao mundo espiritual. Com esse mesmo propósito de transmissão, o Instituto busca as melhores linguagens para ecoar as mensagens e conhecimentos tradicionais, dedicando-se à proteção e difusão do patrimônio histórico, ambiental e cultural dos povos originários.

Sobre o Conselho Aty Mirim
Instância responsável pela construção de mecanismos de escuta, consulta e formulação de uma agenda propositiva, comprometida com os direitos originários e com a consolidação da co-gestão indígena do MCI. Sua atuação abrange projetos cosmopolíticos nas áreas de educação, memória, patrimônio e artes, sempre em consonância com as lutas e a diversidade dos povos indígenas. O grupo é composto por representantes de diversas etnias – Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal – que trazem o contexto de diferentes territórios do Estado de São Paulo:

  • Grande São Paulo: Comunidade Pankararu do Real Parque, Terra Indígena Jaraguá (Tekoas Pyau, Itakupe, Itawerá, Ytu e Yvy Porã) e Terra Indígena Tenondé Porã, na capital; e Reserva Indígena – Aldeia Multiétnica Filhos Desta Terra (Guarulhos);
  • Litoral Norte: Aldeia Rio Bonito e Terra Indígena Renascer (Ubatuba); e Tekoa Rio Silveira (Bertioga/São Sebastião);
  • Litoral Sul: Aldeia Nhamandu Oua (Itanhaém); Aldeia Nhanderu Pó – Terra Indígena Aguapeú (Mongaguá); e Aldeia Tapirema – Terra Indígena Piaçaguera e Terra Indígena Bananal (Peruíbe);
  • Oeste e Sudoeste Paulista: Terra Indígena Araribá (Aldeias Ekeruá, Kopenoti, Nimuendaju e Tereguá); Terra Indígena Icatu (Braúna); e Terra Indígena Vanuíre (Arco-Íris); e
  • Vale do Ribeira: Aldeia Itapu Mirim (Registro); Aldeia Itapuã (Iguape); e Tekoa Takuari (Eldorado).

Observações:

  • atividade presencial e gratuita, sem necessidade de inscrição, realizada no Auditório – Parque da Água Branca (Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca);
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • ao participar das atividades presenciais do Museu das Culturas Indígenas (MCI), registros fotográficos e em vídeo podem ser feitos pela equipe. O seu uso será exclusivamente para fins de divulgação institucional e promocional do MCI. Caso tenha alguma objeção a essas finalidades, informe nossa equipe.

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