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3ª Exposição de Artes Manuais Indígenas MCI-TRT-2

Local:

Fórum Trabalhista Ruy Barbosa

Data:

28 e 29/10/2026, quarta e quinta-feira, das 09h às 17h

Entrada:

gratuita

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

ATIVIDADE PRESENCIAL E GRATUITA, SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO.

A Exposição será realizada no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa | Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – TRT-2 (Av. Marquês de São Vicente, 235 – Barra Funda).

Em uma inovadora parceria entre a Divisão de Sustentabilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) e o Museu das Culturas Indígenas (MCI), por meio do Conselho Indígena Aty Mirim e do Instituto Maracá, com fins de promover a inclusão produtiva, gerar renda e valorizar diferentes culturas indígenas do Estado de São Paulo, acontece a 3ª edição da Exposição de Artes Manuais Indígenas MCI-TRT-2.

A realização desta exposição permitirá, ainda, fomentar as ações previstas na Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário (Resolução CNJ nº 400/2021) que estabelece a promoção da equidade, diversidade e a inclusão social, e as diretrizes previstas na Política de Responsabilidade Socioambiental do TRT-2 (Ato GP nº 26/2019), especificamente, as de direitos humanos e envolvimento e desenvolvimento da comunidade, bem como o inciso V, do art. 3º do Ato GP nº 14/2024.

Sobre a Divisão de Sustentabilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2)
Vinculada à Secretaria-Geral, é responsável por promover a sustentabilidade; o valor social do trabalho e a dignificação do trabalhador; a gestão eficiente e eficaz dos recursos sociais, ambientais e econômicos; contribuir para o fortalecimento das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável, visando o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), a partir dos objetivos traçados pelo TRT da 2ª Região em sua Política de Responsabilidade Socioambiental, Plano Estratégico Institucional e no Plano de Logística Sustentável.

Sobre o Conselho Indígena Aty Mirim
Instância responsável pela construção de mecanismos de escuta, consulta e formulação de uma agenda propositiva, comprometida com os direitos originários e com a consolidação da co-gestão indígena do MCI. Sua atuação abrange projetos cosmopolíticos nas áreas de educação, memória, patrimônio e artes, sempre em consonância com as lutas e a diversidade dos povos indígenas. O grupo é composto por representantes de diversas etnias – Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal – que trazem o contexto de diferentes territórios do Estado de São Paulo:

  • Grande São Paulo: Comunidade Pankararu do Real Parque, Terra Indígena Jaraguá (Tekoas Pyau, Itakupe, Itawerá, Ytu e Yvy Porã) e Terra Indígena Tenondé Porã, na capital; e Reserva Indígena – Aldeia Multiétnica Filhos Desta Terra (Guarulhos);
  • Litoral Norte: Aldeia Rio Bonito e Terra Indígena Renascer (Ubatuba); e Tekoa Rio Silveira (Bertioga/São Sebastião);
  • Litoral Sul: Aldeia Nhamandu Oua (Itanhaém); Aldeia Nhanderu Pó – Terra Indígena Aguapeú (Mongaguá); e Aldeia Tapirema – Terra Indígena Piaçaguera e Terra Indígena Bananal (Peruíbe);
  • Oeste e Sudoeste Paulista: Terra Indígena Araribá (Aldeias Ekeruá, Kopenoti, Nimuendaju e Tereguá); Terra Indígena Icatu (Braúna); e Terra Indígena Vanuíre (Arco-Íris); e
  • Vale do Ribeira: Aldeia Itapu Mirim (Registro); Aldeia Itapuã (Iguape); e Tekoa Takuari (Eldorado).

Sobre o Instituto Maracá
Fundado em 2017, é uma organização da sociedade civil que atua como ponte entre os saberes originários e a sociedade não-indígena. Sua inspiração vem dos maracás – instrumentos sagrados de cabaça e sementes que conectam os povos ameríndios ao mundo espiritual. Com esse mesmo propósito de transmissão, o Instituto busca as melhores linguagens para ecoar as mensagens e conhecimentos tradicionais, dedicando-se à proteção e difusão do patrimônio histórico, ambiental e cultural dos povos originários.

Sobre o Museu das Culturas Indígenas (MCI)
Nasceu com o propósito de articular, pesquisar e comunicar as histórias de resistência e a produção intelectual, artística e tecnológica dos povos originários. Mais do que um espaço de guarda, o MCI consolida-se como uma instituição museológica dialógica e participativa, onde a memória da ancestralidade permite o compartilhamento de saberes, filosofias e artes. Inaugurado em 2022, o museu é um equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo (SCEIC-SP), gerido pela Organização Social de Cultura Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari), rompendo paradigmas através de uma gestão compartilhada com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Este modelo garante o protagonismo direto de representantes dos povos Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal, transformando o museu em um espaço pulsante de troca e salvaguarda.

Observações:

  • atividade presencial e gratuita, sem necessidade de inscrição;
  • a Exposição será realizada no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa | Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – TRT2-SP (Av. Marquês de São Vicente, 235 – Barra Funda);
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade.

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