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FLAN | Romance Indígena: como criar uma narrativa longa?

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

20/11/2025, das 16h às 17h30

Entrada:

gratuita, por ordem de chegada

Vagas:

30 (trinta)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

Atividade PRESENCIAL e gratuita, com entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início, até o esgotamento das vagas.

O romance é um gênero presente na literatura indigena do Brasil. Neste bate-papo, os romancistas Ezequiel Vitor Tuxá e Ytanajé Cardoso Munduruku, mediados por Carina Pataxó, falarão sobre seus respectivos processos criativos de escrever narrativas longas, refletindo sobre narrador e enredo.

As falas percorrerão caminhos de construção de um romance a partir de epistemologias indígenas: tempo espiralado, escuta do território, personagem como corpo-rio, memória como trama. Com exemplos de processos de escrita e revisão, serão abordados estrutura (arco, cadência, respiro), pesquisa viva (entrevista, canto, reza, arquivo), ética do narrador e montagem de cenas que sustentem fôlego longo sem perder a delicadeza do gesto poético.

Sobre Ezequiel Vitor Tuxá
Artista, escritor, psicólogo e pesquisador indígena da Aldeia Tuxá Kiniopará, Ibotirama (BA). Autor dos livros: “O que falam as águas?” (Edtóra, 2022); “Ihendzi: A Árvore Andante” (PeraBook-Elo, 2025); e “Rei-Pássaro” (FTD, 2025). Desenvolve obras que unem literatura, memória e espiritualidade do povo Tuxá. Atua como Referência Técnica na Atenção Psicossocial e Bem Viver do Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI Bahia).

Sobre Ytanajé Cardoso Munduruku
Pertencente ao povo Munduruku. Possui doutorado em Educação, pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM); mestrado em Letras e Artes e graduação em Letras – Língua Portuguesa, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Foi bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), desde a graduação até o doutorado. Professor da Secretaria de Educação e Desporto do Amazonas (SEDUC-AM), desde 2016. Atua como professor colaborador dos cursos de Pedagogia Intercultural Indígena e Licenciatura Intercultural Indígena, da UEA, desde 2017. Faz parte do Núcleo de Estudos de Linguagens da Amazônia – NEL-Amazônia, na UFAM, e do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Escolar Indígena e Etnografia, na UEA. Integra o grupo de técnicos da Gerência de Educação Escolar Indígena, no Departamento de Políticas Educacionais para Diversidade – DPDI/SEDUC-AM. É escritor, autor da obra “Canumã: a travessia” (2019). Atua nas áreas de línguas indígenas, literatura indígena, educação escolar indígena, análise de discursos e políticas linguísticas.

Sobre Carina Pataxó (mediação)
Carina Oliveira é Pataxó e viveu parte de sua infância viveu na Aldeia-Mãe, Porto Seguro, Bahia. É Pedagoga, Mestre e Doutoranda em Educação, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio de Doutorado na University of Cambridge. É pesquisadora de literatura indígena, professora de biblioteca em escola no Rio de Janeiro e professora de redação no curso pré-vestibular para mulheres indígenas “Jenipapo Urucum”. Atuou em curadoria de feiras literárias, como: “Araetá: a literatura dos povos originários”, em 2024, no SESC Ipiranga.

Observações:

  • entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início da atividade até o esgotamento das 30 (trinta) vagas;
  • com exceção de crianças de colo, com até 24 meses incompletos, todas as pessoas necessitam de ingresso, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • para sua comodidade, aconselhamos chegar com antecedência de 30 minutos do horário da abertura da entrada;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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