FLAN | Por que Escrevo Poesia?
Local:
MCI | 7º Andar
Data:
23/11/2025, das 14h às 15h30
Entrada:
gratuita, por ordem de chegada
Vagas:
30 (trinta)
Informações:
(11) 3873-1541
Classificação:
Livre
Atividade PRESENCIAL e gratuita, com entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início, até o esgotamento das vagas.
Nessa conversa sobre o nascimento e a plantação de histórias que nasce através do “pé da barriga” e da terra, mediada pela escritora, poeta e comunicadora social do povo Mura, jamille anahata, Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri), trará a ideia de que “a poesia é a alma de quem escreve”, refletindo uma forma profunda de expressão pessoal que emana do interior de quem cria e sugerindo que, ao escrever poesia, o(a) autor(a) revela sua essência, seus sentimentos e sua visão de mundo. Já a artista Barbara Matias Kariri, que vem experimentando escritas de memória familiar no teatro, cinema e poesia, contará sobre modos de criação de histórias – onde as raízes e sementes esparramam possibilidades de existências através da arte e das “palavras umbilicais”.
Sobre Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri)
É a primeira indígena no Brasil a idealizar um projeto de editora que trabalha com línguas indígenas, reparação linguística e territorial por meio dos livros, a Pachamama Editora. Fundadora do Instituto Pachamama, que promove ações de reparação histórica ao povo Puri, validação do direito a Terra, das Águas e da biodiversidade da Serra da Mantiqueira. Reconhecida como cientista pelo “Minas Faz Ciência”, por seu trabalho em História associado à Geologia e Arqueologia (Boacé Uchô), pelo Museu Histórico Nacional (Inhã Uchô) e o Instituto Serrapilheira. Historiadora, escritora e ilustradora. Doutora em História Cultural, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ); e Mestre em História Social, pela Universidade Federal Fuminense (UFF), utilizando como metodologia a História Oral.

Sobre Barbara Matias Kariri
Indígena da etnia Kariri. Doutora em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autora dos livros “Pensando a Pedagogia do Teatro, da Sala de Ensaio para a Escola Pública”, publicado pela editora Appris (2020), “Poesia da Terra”, da editora Feminas (2024) e “Yarubedzé – Um feitiço de semente de palavra para as artes” (2025). Atua na Coletiva Flecha Lançada Arte, no Museu-Vivo das Marrecas Kariri e no Grupo Tamain de arte indígena cearense. Conselheira e Coordenadora da Rede Katahirine Audiovisual das Mulheres Indígenas. Faz parte do Conselho da Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA). Tia de Maria Luiza e Emanuelle, devota das pedras – Dé Raddá Cró Crody, WARAKIDZÃ.

Sobre jamille anahata (mediação)
Escritora, poeta e comunicadora social, do povo Mura. É mestranda em Literatura e Teoria Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Autora do zine “todo banquete é uma oferenda” (2022), participou de antologias como “O livro do verso vivo” (2023) e “Kuaracy – em fala e fogo” (2025), coadministradora da página Leia Mulheres Indígenas e coprodutora do uruKum sarau.

Observações:
- entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início da atividade até o esgotamento das 30 (trinta) vagas;
- com exceção de crianças de colo, com até 24 meses incompletos, todas as pessoas necessitam de ingresso, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
- para sua comodidade, aconselhamos chegar com antecedência de 30 minutos do horário da abertura da entrada;
- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
- a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.
