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FLAN | Discussão sobre as obras “Mandi reko – o conto de Mandí” e “Nós somos só filhos!”

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

22/11/2025, das 11h às 12h

Entrada:

gratuita, por ordem de chegada

Vagas:

30 (trinta)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

Atividade PRESENCIAL e gratuita, com entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início, até o esgotamento das vagas.

Luã Apyká e Sulamy Katy, mediados por Paula Guajajara, discutirão, respectivamente, suas obras “Mandi reko – o conto de Mandí” e “Nós somos só filhos!”, de forma a compartilhar os contos Tupi-Guarani e Potiguara, a partir de memórias, descobertas pessoais, ancestralidades, “escrevivências” (conceito criado pela escritora Conceição Evaristo para descrever uma escrita que parte da experiência de vida), cosmovisões, tradições culturais, sabedorias e origens.

Sobre a obra Mandi reko – o conto de Mandí
Em um conto da tradição oral do povo tupi-guarani, o autor Luã Apyká reconta a história de Mandí. A partir das súplicas de um casal de anciãos da aldeia, que desejam tornar-se pais, o grande espírito da Lua, Djatsy, resolve atendê-los. Ao longo da narrativa, o leitor acompanhará o nascimento, desenvolvimento e o amadurecimento de Mandí. A comunidade de seu povo viverá uma experiência transformadora e uma nova sabedoria será transmitida a todos. É uma história que fala sobre costumes, hábitos, estrutura social e alimentar, bem como do papel renovador de Mandí para a cultura tupi-guarani.
Autor: Luã Apyká
Ilustrações: Anna Bheatriz Nunes
Editora: Gaivota
Edição: 1ª – 2023
Páginas: 56

Sobre a obra Nós somos só filhos!
É um texto que fala sobre a mitologia indígena, mostrando que somos filhos da água, da terra, do fogo e do ar, mas que, no fundo, somos só filhos da natureza. As ilustrações de Mauricio Negro formam um casamento belíssimo de texto e imagem, proporcionando-nos uma leitura à parte. Imperdível para quem quer trabalhar com cidadania, meio ambiente e outros temas relacionados às questões indígenas.
Autora: Sulamy Katy
Ilustrações: Mauricio Negro
Editora: Zit
Edição: 1ª – 2013
Páginas: 32

Sobre Luã Apyká
É um ser da floresta. Um ser curioso pela vida e pelos ensinamentos dos anciãos do seu povo. Mestre nas linguagens Tupi-Guarani, membro da comunidade Tabaçu Rekoypy, no município litorâneo de Peruíbe (SP). É artista, escritor, ativista, contador de história e dialoga com os espíritos dos sons para transformar a realidade através da arte do bem falar. É, ainda, diretor audiovisual na coletiva SOPRO, mestre nos encontros Tupi-Guarani (NHE’Ē Porã), membro do Fórum de Articulação dos Professores Indígenas de São Paulo (Fapisp), conselheiro no Conselho dos Povos Indígenas do Estado de São Paulo (Cepisp) e na Executiva Nacional da Década Internacional das Línguas Indígenas (Unesco). Contribuiu com a elaboração de títulos como “Lições de gramática: nhandewa-guarani”, “Ywyra rogwé ywyrá rapó – Folhas e Raízes” e foi co-autor da versão Tupi-guarani do livro dramatúrgico “Mar À Vista – Ma’é Yyramoī”, com Luz Bárbara, Catarina Nymbopy’ruá, Dora Dina Cunhã Dju, André Mirindju, Carol Piñero, Juão Nÿn e Tayná Delfina.

Sobre Sulamy Katy
Escritora indígena Potiguara, remanescente de uma aldeia da Baia da Traição, localizada no litoral da Paraíba. Autora de “Meu lugar no mundo” (2005) e “Nós somos só filhos!” (2013), tendo, em suas obras, a “escrevivência” como motor criativo, ou seja, suas vivências conduzem explicitamente suas produções, sendo ela, ao mesmo tempo, objeto e sujeito de sua escrita. É pós-graduada em Gestão da Tecnologia da Informação, pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP); bacharel em Ciências e Tecnologias pela Universidade Federal do ABC (UFABC); e foi aluna do curso de Engenharia Química, na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e, como bolsista do Laboratório de Engenharia Bioquímica, da Unidade Acadêmica de Engenharia Química do Centro de Ciências e Tecnologia, da Universidade Federal de Campina Grande (LEB/UAEQ/CCT/UFCG), realizava produções na área energética, visando o reaproveitamento de resíduos naturais. Atuou como mentora da Agência de Inovação da UFABC e possui experiência internacional em Paris e Grenoble, França. Atualmente, está como Gerente de Projetos de Tecnologia e Segurança da Informação em uma empresa de telecomunicações.

Sobre Paula Guajajara (mediação)
Nascida da Terra Indígena Cana Brava, pertence ao Povo Tenetehara (gente verdadeira), do ramo Guajajara, que vive no Maranhão. É graduanda em Letras, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP); e possui formação como Técnica em Administração, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI). Atualmente, atua como estagiária no Núcleo de Transformação e Saberes do Museu das Culturas Indígenas (NUTRAS-MCI), é bolsista pelo Programa Unificado de Bolsas, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (PUB-MAE-USP) e membra da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), representando o Bioma Caatinga.

Observações:

  • entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início da atividade até o esgotamento das 30 (trinta) vagas;
  • com exceção de crianças de colo, com até 24 meses incompletos, todas as pessoas necessitam de ingresso, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • para sua comodidade, aconselhamos chegar com antecedência de 30 minutos do horário da abertura da entrada;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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