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PROGRAMAÇÃO

As inscrições serão realizadas de 13 a 20 de dezembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro).

No dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer.

O Museu das Culturas Indígenas (MCI) traz Natan Pankjeri (Jeripancó) para uma oficina em que serão confeccionados adornos a partir de plumas, que, assim como para muitas outras etnias indígenas, possuem um significado cultural e espiritual profundo, muito além de um simples enfeite. São considerados sagrados e o uso está geralmente ligado a rituais, crenças e à identidade de um grupo. Todos os participantes farão seu próprio item e, a partir das orientações de Natan, aprenderão a respeitar e reverencia-lo.

Na parte da tarde, após o intervalo de almoço, Natan Pankjeri continuará no MCI e comercializará outros itens confeccionados artesanalmente, integrando a Feira de Artes Manuais Indígenas.

Sobre Natan Pankjeri
Nascido na Aldeia Pankararu de Brejo dos Padres (Tacaratu – PE), passou a viver na Aldeia Geripankó (Povoado Ouricurí), no Estado de Alagoas. Em contexto urbano na capital paulista, vive no extremo Sul da cidade. É operário da construção civil e, a partir dos conhecimentos transmitidos por seus antepassados, é artesão, realizando artes plumárias, adornos, trabalhos em madeira, palha e raízes, entre outros itens, e, também, condutor de atividades ritualísticas e sobre medicinas tradicionais de seu(s) povo(s).

Sobre o Povo Jeripancó (também grafado Jeripankó ou Jiripancó)
Atualmente, se encontra no Alto Sertão de Alagoas, concentrado principalmente nas redondezas do município de Pariconha (AL), em comunidades como Ouricurí, Figueiredo, Piancó, Poço D’Areia, Serra do Engenho, Araticum, Capim e Caraibeiras. Os integrantes desse grupo são descendentes dos Pankararu do Brejo dos Padres que migraram para Alagoas em função das perseguições, dos faccionalismos, das secas ou da escassez de terras de trabalho. Mesmo em territórios diferentes, mantêm contato com os parentes e frequentemente visitam o Brejo dos Padres, do outro lado do rio Moxotó, inclusive para as festas.

Sobre o Povo Pankararu
Povo originário da Caatinga (único bioma exclusivamente brasileiro), no semiárido, tem sua terra, homologada em 1987, localizada entre os atuais municípios de Petrolândia, Itaparica e Tacaratu, no sertão pernambucano, próximo ao rio São Francisco; área habitada continuamente a cerca de 7 mil anos. Como outros povos vizinhos, sofreu grandes ataques na expansão do colonialismo português desde o século XVI, perda dos seus territórios, liberdade e língua. Com a crescente demanda por reconhecimento a partir do século XX, torna-se um dos primeiros povos do Nordeste a ter reconhecida sua existência e território demarcado. Hoje, com três núcleos populacionais diferentes, no território original em Brejo dos Padres (PE); na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba (Araçuaí – MG), junto ao povo Pataxó, no Médio Jequitinhonha; e na maior metrópole do país, São Paulo (Comunidade Indígena Pankararu do Real Parque), são um exemplo da pluralidade e diversidade dos povos indígenas brasileiros, tal como sua complexa identidade socioterritorial.

Observações:

  • as inscrições serão realizadas de 13 a 20 de dezembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);
  • ao adquirir mais de um ingresso, no campo “Informação do participante”, preencha com nome e e-mail correspondentes à pessoa que utilizará o ingresso;
  • apenas crianças de colo, com até 24 meses incompletos, não necessitam de inscrição, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • no dia de realização da atividade, serão disponibilizados ingressos presenciais na bilheteria, a fim de preencher eventuais vagas de quem se inscrever previamente e não comparecer;
  • para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

Selecione o ano e depois o mês para visualizar a programação

01/10 a 02/11/2025, das 09h às 18h (quintas, até às 20h)

Instalação “TERRA EM TRAMA”

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18 e 25/10, 01 e 15/11/2025, sábados, das 10h às 13h e das 14h às 17h

Curso para Professores: Transformação e Saberes

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04/01 a 21/12/2025, sábados e domingos, das 09h às 18h

Feira de Artes Manuais Indígenas

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01/11/2025, das 14h às 16h

A Cultura Waurá e sua Produção Artística Contemporânea, com Turuza Waura

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08 e 22/11/2025, das 14h às 17h

Visita Expandida – Ocupação Ailton Krenak + Exposição “Nhe’ẽ ry: onde os espíritos se banham”

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15/11/2025, das 10h às 12h15 e das 14h às 16h

‘YBEROHOKY: um encontro de águas, saberes e patrimônios entre povos originários do Brasil e os Países Baixos

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18 a 23/11/2025

Festival Literário Ayvu Nhevaitim (FLAN) – Encontro de Vozes Indígenas: “palavras em pele de papel”

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18/11/2025, das 15h às 16h

FLAN | Ayvu Nhevaitim: pássaros e plantas, personagens ou antepassados?

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19/11/2025, das 15h às 16h

FLAN | Poesia Indigena Contemporânea: rio e sol

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20 a 23/11/2025, das 10h às 17h

FLAN | Feira Literária

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20/11/2025, das 11h às 12h

FLAN | Palestra de Abertura – A Literatura Indígena para todas as Infâncias, com Daniel Munduruku

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20/11/2025, das 16h às 17h30

FLAN | Romance Indígena: como criar uma narrativa longa?

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20/11/2025, das 18h às 20h

FLAN | A Festa dos Encantados

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21/11/2025, das 11h às 12h

FLAN | Um rio sem fim: a escrita da narrativa longa, com Verenilde Pereira

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21/11/2025, das 14h às 15h30

FLAN | Poesia: cordel e verso livre recitando ancestralidade

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21/11/2025, das 16h às 17h30

FLAN | Leitura Coletiva de “TYBYRA: uma tragédia indígena brasileira”

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22/11/2025, das 11h às 12h

FLAN | Discussão sobre as obras “Mandi reko – o conto de Mandí” e “Nós somos só filhos!”

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22/11/2025, das 14h às 15h30

FLAN | Cidadãos da Selva: a literatura e a política indígena no Brasil, com Marcos Terena

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22/11/2025, das 16h às 17h30

FLAN | Autoria indígena feminina: o conto infantil

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23/11/2025, das 11h às 12h

FLAN | O Conto Guarani: quando é história de origem e quando é ficção, com Olivio Jekupé

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23/11/2025, das 14h às 15h30

FLAN | Por que Escrevo Poesia?

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23/11/2025, das 16h às 17h

FLAN recebe o uruKum Sarau

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23/11/2025, das 17h às 18h

FLAN | Show de Encerramento: Oz Guarani

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29/11/2025, das 09h30 às 12h e das 14h30 às 16h

Ãbhase – Um abraço museal entre povos originários

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29/11/2025, das 14h às 17h

Ciclo Museus em Diálogo | Sábado Resistente: Povos Indígenas e Memória – Resistência e Violações de Direitos

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