Coleções
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Acervo Lítico, Indígena e Natural
Número: 002 - C
UF: RO
(dado indisponível na plataforma Museus.br)
Casa da Memória do Povo de Jaguaretama
Número: 003 - C
UF: CE
Memória do povo de Jaguaretama.
Casa de Memória do Tronco Velho Pankararu
Número: 004 - C
UF: PE
“No entanto hoje, nós Pankararu, fomos contemplados com um projeto chamado “casa de memória do tronco velho Pankararu”, esse projeto visa buscar tudo aquilo que foi pesquisado em Pankararu e trazer de volta ao nosso povo.
Nada mais justo é que tudo aquilo que foi estudado em Pankararu, volte para que nosso povo tenha acesso aos vídeos, fotos, jornais, revistas, teses e etc. Nós temos esse direito de conhecer e também utilizar todos esses materiais.
Outro objetivo do projeto é homenagear nossas lideranças antigas e as de hoje, fazer com que nossas futuras gerações conheçam nossa história de luta e tornar essas lideranças inesquecíveis, que as mesmas sempre sejam lembradas como verdadeiros heróis em nossa historia.” (Índio Online, 2009)
Casa dos Povos da Floresta
Número: 006 - C
UF: AC
“Inaugurada em 2003, a Casa dos Povos da Floresta imita uma maloca indígena e retrata a história de ribeirinhos, seringueiros e índios. Está localizada dentro do Parque da Maternidade — ponto turístico de Rio Branco, no Acre. Com o intuito de valorizar e guardar toda essa história é que surgiu a proposta de criação da Casa, a fim de que cada vez mais os acreanos pudessem ter conhecimento da sua história, orgulhando-se do seu passado, preservando para o futuro.Além de ter uma exposição permanente do imaginário amazônico, com mitos e lendas transmitidas oralmente por seringueiros, ribeirinhos e indígenas, de pai para filho, a Casa dos Povos da Floresta também disponibiliza um acervo em vídeo e uma biblioteca sobre a história do Acre, enfocando os povos tradicionais e a sociedade mais recente. Compõe também o aspecto tradicional da Casa, uma exposição de artesanato indígena e regional. A arquitetura do espaço foi inspirada nos grandes Kupixáuas (grandes casas indígenas). A pintura no piso de entrada é inspirada na pintura corporal Yawanawá.No local, o visitante pode ver réplicas dos personagens folclóricos que habitam o imaginário dos povos da região e o artesanato típico de grupos que vivem há centenas de anos na região amazônica. O local possui uma sala para exposição permanente da cultura acreana e outra que abriga trabalhos de artistas locais. O acervo etnográfico e bibliográfico foi adquirido aos poucos e por doações.Entre os objetos expostos, vamos conhecer o boto cor de rosa, o mapinguari gigante, a mãe da mata, entre outros. Na parte de artesanato, vemos utensílios domésticos, além de fotografias e vídeos que contam a história dos índios e dos povos ribeirinhos e seringueiros. Essa população em muito colaborou para a formação da identidade do acreano, estabelecendo referenciais de hábitos cotidianos como os alimentares, o banho, o uso de redes e outros.Venha conhecer conosco este templo da cultura, que conta importantes fatos da história do Brasil. Você não pode perder!” (Guia das Artes, )
Centro Cultural Jesco Puttkamer
Número: 007 - C
UF: GO
“O Centro Cultural Jesco Puttkamer é a unidade de extensão universitária do IGPA. Constitui em espaço vocacionado para a preservação, conservação e divulgação do patrimônio cultural dos povos pré-coloniais e indígenas brasileiros. O público visitante é diversificado, incluindo pesquisadores, turistas, comunidade indígena e, particularmente, professores e alunos de Escolas do Ensino Fundamental, Médio e Superior, da rede pública e particular. O CCJP tem uma programação anual que contribui com o desenvolvimento cultural da região e com a divulgação do patrimônio cultural, em especial, o arqueológico e etnográfico, abrangendo: exposições semipermanentes e itinerantes; mostras de vídeos; palestras e oficinas ludo pedagógicas, onde o público visitante participa da exposição, oficinas, palestra, mostra de vídeo e outras atividades culturais. As vistas são livres ou podem ser orientadas por monitores treinados que facilitam a interação e auxiliam nos questionamentos despertados ao longo do circuito. Em sua programação destaca-se a participação nos eventos culturais: Semana dos Povos Indígenas, Semana dos Museus, Jornada da Cidadania, Primavera dos Museus, Jornada de Arqueologia do Cerrado e Congresso de Ciência e Tecnologia.” (PUC GOIÁS, 2018)
Centro de Pesquisa e Museu de Arqueologia, Etnografia, Paleontologia e Espeleologia – Universidade do Estado de Mato Grosso
Número: 008 - C
UF: MT
Centro de Pesquisa e Museu de Arqueologia, Etnografia, Paleontologia e Espeleologia – Universidade do Estado de Mato Grosso
Número: 009 - C
UF: MT
Centro de Pesquisa e Museu de Arqueologia, Etnografia, Paleontologia e Espeleologia – Universidade do Estado de Mato Grosso
Número: 010 - C
UF: MT
Centro de Preservação, Conservação da Cultura-Arte e Ciências de Maués
Número: 011 - C
UF: AM
Tradicional/Clássico
Centro de Preservação, Conservação da Cultura-Arte e Ciências de Maués
Número: 071 - C
UF: AM
Tradicional/Clássico
Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri
Número: 012 - C
UF: CE
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL BRASILEIRA, SEM FINS LUCRATIVOS, QUE TEM COMO OBJETIVO PROPORCIONAR A CRIANÇAS E JOVENS E SEUS FAMILIARES A FORMAÇÃO SOCIAL E CULTURALATRAVÉS DA VIVÊNCIA EM GESTÃO INSTITUCIONAL DENTRO DOS SEUS CINCO PROGRAMAS: I. EDUCAÇÃO INFANTIL; II. PROFISSIONALIZAÇÃO DE JOVENS; III. EMPREENDEDORISMO SOCIAL; IV. GERAÇÃO DE RENDA FAMILIAR; V. SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL.
Herbário MFS Profª. Drª. Marlene Freitas da Silva – Universidade do Estado do Pará
Número: 013 - C
UF: PA
O Herbário Profª Draª Marlene Freitas da Silva da Universidade do Estado do Pará (UEPA) salvaguarda, pesquisa e divulga coleções de exsicatas, frutos e sementes, flores, plântulas, fungos, briófitas e bioculturalidade. O ambiente é aberto para visitação do público interno e externo, e está localizado no Centro de Ciências Sociais e da Educação (CCSE) da UEPA.
Instituto Cultural e Econômico de Quixelô
Número: 014 - C
UF: CE
Tradicional/Clássico
Kuahí – Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque
Número: 015 - C
UF: AP
“Os povos indígenas do Oiapoque possuem um lugar especial para a preservação de sua história e sabedoria.
É o Museu Kuahí, que integrará os múltiplos saberes das populações indígenas, promoverá o respeito à sua identidade cultural e oferecerá atividades que mantenham o intercâmbio entre as aldeias, instituições acadêmicas, museus nacionais e internacionais e organizações sócio-ambientais.
O Museu Kuahì é mais um espaço que irá contribuir para a fabricação, exposição e comercialização das peças artesanais indígenas. Mais uma conquista de nossos irmãos índios na luta pela manutenção de seus costumes.
As etnias Karipuna, Palikur, Galibi Marworno e Galibi Kalinã são representadas no museu, cujo objetivo é integrar as atividades culturais e manter viva a tradição desses povos. O município de Oiapoque, acerca de 600 quilômetros da Capital, possui seis mil indígenas, em 34 aldeias, vivendo em uma área de 520 mil hectares nas terras indígenas Uaça, Galibi e Juminã. Representando cerca de 40% da população o município.
O Museu Kuahí conta com duas salas de exposições, auditório, sala de pesquisa bibliografia e audiovisual, sala de atividades pedagógicas e loja de artigos indígenas. Segundo o gerente do museu, o Galibi Marworno, Sergio dos Santos, os 19 funcionários do museu são índios e vão atuar na administração, monitoramento das visitas e serviços gerais.
Ao entrar no museu Kuahí o visitante se depara com mastros e bancos do Turé (dança típica). E nos outros ambientes pode ver o processo de construção de cuias e canoas, jóias em miçanga e penas, potes de barro e muitas outras peças da cultura indígena do Oiapoque.” (O Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque, 2012)
MAI – Museu de Arte Indígena – Instituto Julianna Rocha Podolan Martins
Número: 016 - C
UF: PR
O Museu de Arte Indígena possui um acervo relevante de peças de grande número de etnias indígenas brasileiras. Destacam-se a plumária, cerâmica, cestaria, máscaras e instrumentos ritualísticos, armas, objetos musicais entre outros.
Memorial da Cultura Indígena
Número: 017 - C
UF: MS
1999
Memorial dos Caiapós
Número: 018 - C
UF: SP
Memorial dos Povos Indígenas – MPI
Número: 019 - C
UF: DF
Construído em 1987, o Memorial dos Povos Indígenas foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca redonda dos índios Yanomami. Tem por objetivo mostrar a grande diversidade e riqueza da cultura indígena de forma dinâmica e viva.
Memorial dos Povos Indígenas – MPI
Número: 020 - C
UF: DF
Construído em 1987, o Memorial dos Povos Indígenas foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca redonda dos índios Yanomami. Tem por objetivo mostrar a grande diversidade e riqueza da cultura indígena de forma dinâmica e viva.
Memorial Tapeba Cacique Perna de Pau
Número: 022 - C
UF: CE
Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás
Número: 021 - C
UF: GO
O Museu Antropológico (MA) da Universidade Federal de Goiás (UFG) é uma instituição sem fins lucrativos, aberta ao público, e que se destina à coleta, inventário, documentação, preservação, segurança, exposição e comunicação de seu acervo. // Nº 467/71, de 24/03/71 somente para instrumento do tipo “Outros”
Museu Antropológico e Etnográfico Francisco Manoel Franco
Número: 023 - C
UF: MG
Inaugurado no dia 18 de setembro de 1992 com o objetivo de resgatar a memória da cidade, bem como, preservar e divulgar a cultura itaunense.
Museu Comunitário e Centro de Cultura Bororo de Meruri
Número: 024 - C
UF: MT
Museu Comunitário e Centro de Cultura Xavante de Sangradouro
Número: 025 - C
UF: MT
Museu da Cidade (Campinas)
Número: 030 - C
UF: SP
Museu da Cidade foi criado em 1992, através da fusão do acervos acervos histórico, etnográfico, arqueológico e folclórico que eram geridos pelo Museu Histórico e Museu do Folclore, extintos após essa fusão de acervos.
Voltado para preservação, difusão e pesquisa da história de Campinas, o Museu da Cidade compreende a construção social da cidade como dinâmica e com a participação de diversos agentes históricos, desde o movimento das bandeiras, a cultura indígena presente ainda na atualidade, os escravizados, imigrantes de diversos países, como os fluxos migratórios de diversos Estados para Campinas e seu em torno.
Busca promover ações educativas de reconhecimento da identidade do cidadão em relação ao seu espaço geográfico e cultural.
Duas exposições de longa duração apresentam parte do eclético acervo do museu, uma enfatiza os aspectos da formação sócio cultural da cidade e outra apresenta o acervo etnográfico indígena e suas relações com a população indígena urbana atual na cidade.
Há programas educativos como “Encontros com a Cidade”, para difusão de pesquisas sobre temas da cidade; Programa Caminhada Histórica, um passeio pelo centro histórico da cidade; programas de estágio; difusão das exposições através de vídeos documentários no canal do youtube do museu da cidade, além das monitorias para diversos níveis de grupos de estudantes e público geral.
Temos o setor de documentação do acervo e sua preservação.
Museu da Imagem e do Som de Cuiabá Lázaro Papazian Chau
Número: 026 - C
UF: MT
Museu das Culturas Dom Bosco
Número: 027 - C
UF: MS
Museu das Culturas Dom Bosco é um museu brasileiro, idealizado pela Inspetoria Salesiana de Mato Grosso localizado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Mais conhecido como Museu do Índio, foi criado em 1950 e inaugurado em 27 de outubro 1951 por padres salesianos.
Museu das Culturas Indígenas
Número: 001 - C
UF: SP
O Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma conquista dos povos originários do Brasil, a partir de uma mobilização do povo Guarani e demais povos indígenas existentes em São Paulo, em busca de um espaço de representação e de interlocução cultural que assegure visibilização às produções artísticas e culturais, intelectuais e tecnológicas dos diversos povos e etnias indígenas. O MCI pertence à Secretaria da Cultura e Economia Criativa e é gerido pela ACAM Portinari em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim.
Como instituição museológica de caráter dialógico, participativo e de expressão das diversas vozes e culturas indígenas, o MCI alia conhecimentos ancestrais e visão de futuro, com o propósito de articular, pesquisar, preservar e comunicar as histórias e memórias de resistência e resiliência indígena.
Museu de Arqueologia e Etnologia Americana da Universidade Federal de Juiz de Fora
Número: 028 - C
UF: MG
Museu de Arqueologia e Etnologia Americana da Universidade Federal de Juiz de Fora
Número: 029 - C
UF: MG
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE
Número: 033 - C
UF: SP
O MAE / USP é um Museu Universitário que tem sob a sua guarda um riquíssimo acervo de Arqueologia e Etnologia. Seus professores e alunos desenvolvem pesquisa de ponta nestas duas áreas e também em Museologia. Por se tratar de um Museu Universitário o MAE atua também na divulgação científica através de exposições e outras atividades educativas.
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE
Número: 034 - C
UF: SP
O MAE / USP é um Museu Universitário que tem sob a sua guarda um riquíssimo acervo de Arqueologia e Etnologia. Seus professores e alunos desenvolvem pesquisa de ponta nestas duas áreas e também em Museologia. Por se tratar de um Museu Universitário o MAE atua também na divulgação científica através de exposições e outras atividades educativas.
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal da Bahia
Número: 031 - C
UF: BA
O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA se encontra implantado num sítio arqueológico colonial, que representa os mais completos vestígios arquitetônicos do Colégio dos Jesuítas construído a partir de meados do Século XVI. Fonte: https://cartadeservicos.ufba.br/mae-museu-de-arqueologia-e-etnologia-0
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal da Bahia
Número: 032 - C
UF: BA
O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA se encontra implantado num sítio arqueológico colonial, que representa os mais completos vestígios arquitetônicos do Colégio dos Jesuítas construído a partir de meados do Século XVI. Fonte: https://cartadeservicos.ufba.br/mae-museu-de-arqueologia-e-etnologia-0
Museu de Arqueologia e Etnologia MAE – Universidade Federal do Paraná
Número: 035 - C
UF: PR
O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) é o primeiro museu universitário do Estado do Paraná. Sua sede principal está localizada no município de Paranaguá, no prédio que abrigou o antigo Colégio dos Jesuítas. // Nº01/62 COUN, de 26/01/62 somente para instrumento do tipo “Outros”
Museu de Arqueologia e Etnologia MAE – Universidade Federal do Paraná
Número: 036 - C
UF: PR
O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) é o primeiro museu universitário do Estado do Paraná. Sua sede principal está localizada no município de Paranaguá, no prédio que abrigou o antigo Colégio dos Jesuítas.
Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE/UFSC
Número: 037 - C
UF: SC
Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE/UFSC
Número: 038 - C
UF: SC
Museu de Arqueologia Indígena Adauto Leite
Número: 073 - C
UF: MG
Tradicional/Clássico
Museu de História Natural – Universidade Federal de Alagoas
Número: 039 - C
UF: AL
O Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas conserva coleções representativas dos ecossistemas locais, desenvolve pesquisas nas áreas de biologia, geografia e ciências afins e promove atividades de divulgação científica para a comunidade.
Museu de História Natural e Casa de Memória Kadiwéu
Número: 040 - C
UF: MS
Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais
Número: 074 - C
UF: MG
O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (MHNJB/UFMG) está instalado em uma área com aproximadamente 600.000 m², possui vegetação diversificada e típica da Mata Atlântica, que reuni, além das nativas, espécies exóticas. O Museu dispõe de um acervo formado por aproximadamente 24.000 itens entre peças e espécimes científicos preservados e vivos.
Museu do Cacau – Núcleo Ilhéus
Número: 041 - C
UF: BA
Museu do Ceará
Número: 043 - C
UF: CE
O Museu do Ceará foi a primeira instituição museológica oficial do Estado, criada por decreto em 1932, mas aberto oficialmente ao público em janeiro de 1933, com a denominação de Museu Histórico do Ceará. Possui um acervo dividido entre peças históricas e antropológicas com coleções indígenas e religiosas, telas de pintura, moedas, armas, móveis e documentos históricos.
Museu do Homem do Nordeste
Número: 042 - C
UF: PE
“O Museu do Homem do Nordeste – Muhne – é um órgão federal (vinculado à Fundação Joaquim Nabuco/Ministério da Educação), que reúne acervos que revelam a pluralidade das culturas negras, indígenas e brancas desde nossas origens até os diferentes desdobramentos e misturas que formam o que hoje é chamado genericamente de cultura brasileira. Esses acervos servem de suporte para construir narrativas que estão traduzidas em exposições etnográficas e exposições de arte, assim como em ações educativas de mediação cultural e em diferentes eventos que compõem a programação cultural do museu.
O Muhne nasceu em 1979, da fusão de três outros museus: o Museu de Antropologia (1961-1978), o Museu de Arte Popular (1955-1978) e o Museu do Açúcar (1963-1978). Seu acervo é composto de coleções caracterizadas pela heterogeneidade e variedade, desde objetos provenientes das casas das famílias dos senhores de engenhos, até objetos simples, de uso cotidiano das famílias pobres. No acervo também estão presentes coleções de arte popular, de brinquedos populares, vestuários e instrumentos das festas populares, objetos dos povos indígenas e muitos outros que revelam a diversidade cultural de nossa sociedade.
O Muhne, assim como outros museus, é um espaço de extrema riqueza para a formação educacional, cultural e cidadã. É um lugar de Memória Social que estimula reflexões sobre os modos como as pessoas pensam sobre sua própria identidade e sobre outras identidades constitutivas da sociedade brasileira contemporânea. Por isso, o Muhne, através de seus projetos e ações, busca a interação com diversos grupos sociais, com a intenção de contribuir para dar visibilidade à diversidade de identidades, visões de mundo e modos de vida presentes na sociedade brasileira.
Comprometido com uma museologia social, voltada para os sujeitos, para as pessoas, as exposições que o Muhne realiza são acompanhadas por atividades educativas de mediação cultural, debates, seminários e outras ações, com o objetivo de estabelecer um espaço de discussão democrática e polifônica, construído no diálogo entre os campos das ciências sociais, das artes, da comunicação, do design, da ciência, da religião e da filosofia. E é dessa forma que o Muhne busca contribuir para a construção do entendimento entre os diferentes grupos sociais, baseado no reconhecimento da diversidade cultural que constitui a sociedade brasileira e na possibilidade de superação das desigualdades sociais pela busca da equidade e dos direitos da cidadania para todos, indistintamente. Com um olho no passado e outro no presente para trabalhar cooperativamente, junto com outros atores sociais, na construção e disseminação de uma cultura democrática e de paz.” (FUNDAJ, 2021)
Museu do Homem do Nordeste
Número: 072 - C
UF: PE
“O Museu do Homem do Nordeste – Muhne – é um órgão federal (vinculado à Fundação Joaquim Nabuco/Ministério da Educação), que reúne acervos que revelam a pluralidade das culturas negras, indígenas e brancas desde nossas origens até os diferentes desdobramentos e misturas que formam o que hoje é chamado genericamente de cultura brasileira. Esses acervos servem de suporte para construir narrativas que estão traduzidas em exposições etnográficas e exposições de arte, assim como em ações educativas de mediação cultural e em diferentes eventos que compõem a programação cultural do museu.
O Muhne nasceu em 1979, da fusão de três outros museus: o Museu de Antropologia (1961-1978), o Museu de Arte Popular (1955-1978) e o Museu do Açúcar (1963-1978). Seu acervo é composto de coleções caracterizadas pela heterogeneidade e variedade, desde objetos provenientes das casas das famílias dos senhores de engenhos, até objetos simples, de uso cotidiano das famílias pobres. No acervo também estão presentes coleções de arte popular, de brinquedos populares, vestuários e instrumentos das festas populares, objetos dos povos indígenas e muitos outros que revelam a diversidade cultural de nossa sociedade.
O Muhne, assim como outros museus, é um espaço de extrema riqueza para a formação educacional, cultural e cidadã. É um lugar de Memória Social que estimula reflexões sobre os modos como as pessoas pensam sobre sua própria identidade e sobre outras identidades constitutivas da sociedade brasileira contemporânea. Por isso, o Muhne, através de seus projetos e ações, busca a interação com diversos grupos sociais, com a intenção de contribuir para dar visibilidade à diversidade de identidades, visões de mundo e modos de vida presentes na sociedade brasileira.
Comprometido com uma museologia social, voltada para os sujeitos, para as pessoas, as exposições que o Muhne realiza são acompanhadas por atividades educativas de mediação cultural, debates, seminários e outras ações, com o objetivo de estabelecer um espaço de discussão democrática e polifônica, construído no diálogo entre os campos das ciências sociais, das artes, da comunicação, do design, da ciência, da religião e da filosofia. E é dessa forma que o Muhne busca contribuir para a construção do entendimento entre os diferentes grupos sociais, baseado no reconhecimento da diversidade cultural que constitui a sociedade brasileira e na possibilidade de superação das desigualdades sociais pela busca da equidade e dos direitos da cidadania para todos, indistintamente. Com um olho no passado e outro no presente para trabalhar cooperativamente, junto com outros atores sociais, na construção e disseminação de uma cultura democrática e de paz.” (FUNDAJ, 2021)
Museu do Homem do Norte
Número: 044 - C
UF: AM
Dispondo de 2.000 itens, o Museu do Homem do Norte foi idealizado pelo sociólogo-antropólogo Gilberto Freyre e criado com o objetivo de reunir um significativo acervo que representasse e refletisse as características e peculiaridades da vida da região norte do Brasil. O acervo foi adquirido ao longo do tempo, por meio de doações, compras, cessões e incorporações.
Museu do Índio
Número: 045 - C
UF: SC
FECHADO
Museu do Índio – Centro de Informação da Cultura Indígena
Número: 047 - C
UF: SP
“Conhecido como Centro de Informação da Cultura Indígena (CICI), o Museu do Índio foi fundado em 2005 pelo artista plástico, escritor e pesquisador Walde-Mar de Andrade e Silva.
Museu do índio – embudasartes.net
Instituição privada, vinculada ao Centro de Informação da Cultura Indígena, o Museu do Índio é responsável por conservar, pesquisar e expor ao público um acervo etnográfico e etnológico composto por mais de 500 peças, além de manter uma programação cultural relativa ao universo indígena brasileiro.
Museu do índio – embudasartes.net
O Museu do Índio é um local perfeito para se conhecer de perto a cultura indígena brasileira e as transformações que ocorreram ao longo do ano. Planejado pelo artista plástico e escritor, Walde-Mar de Andrade e Silva, o Museu do Índio é um local onde se pode sentir de perto a cultura indígena brasileira.
Localizado no centro histórico da cidade, o CICI é um espaço que oferece material para pesquisas sobre diversos temas relacionadas ao índio, como nações Indígenas; grupos étnicos; costumes; hábitos alimentares; arte (plástica, musical, dança, oratória e ornamental); idiomas; crenças e rituais, aspectos da vida comunitária e relação com a natureza e meio ambiente.” (Embu das Antes, 2017)
Museu do Índio – FUNAI
Número: 046 - C
UF: RJ
O Museu do Índio, da Fundação Nacional do Índio – Funai, tem como objetivo contribuir para uma maior conscientização sobre a contemporaneidade e a importância das culturas indígenas. Como instituição de preservação e promoção do patrimônio cultural indígena, empenha-se em divulgar a diversidade existente e histórica entre centenas de grupos indígenas brasileiros. // Nº 10.652, de 16/10/42 somente para instrumento do tipo “Outros”
Museu do Índio – Manaus
Número: 048 - C
UF: AM
O Museu do Índio, em Manaus, é o maior museu de acervo indígena do Brasil, com cerca de três mil objetos de grupos étnicos amazonenses do Alto Rio Negro.
Museu do Índio – Universidade Federal de Uberlândia
Número: 049 - C
UF: MG
O Museu do Índio tem como missão preservar e difundir o patrimônio sob sua responsabilidade, desenvolvendo ações que promovam o conhecimento e fortalecimento da história e cultura indígena brasileira. Foi criado em 1987 e está vinculado à Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proexc). // Resolulção nº 13/2020, do Conselho de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis somente para instrumento do tipo “Outros”
Museu do Índio (Arcoverde)
Número: 050 - C
UF: PE
1998
Museu do Índio (Lagoa Seca)
Número: 051 - C
UF: PB
Tradicional/Clássico
Museu do Índio Tükuna
Número: 052 - C
UF: RS
Localizado na Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH – Fundação Evangélica), o Museu do Índio Tüküna conta com um acervo de mais de 300 peças dos mais variados materiais, utilizados como ornamentos de festa e rituais, instrumentos de trabalho, além de fatos que relatam o dia-a-dia dos integrantes desta tribo. (Turismo Novo Hamburgo, s.d.)
Museu do Xapury
Número: 053 - C
UF: AC
O Museu do Xapury está localizado no município de Xapuri, no estado do Acre, região Norte do Brasil. Inaugurado em 3 de agosto de 2005, tem a missão de retratar a história da cidade e da sua população.
O povoado que deu origem ao município surgiu na segunda metade do século XIX, em um local estratégico, na confluência do rio Xapuri com o rio Acre.
Em 1899, a localidade de Xapuri foi ocupada por autoridades bolivianas que passaram a chamá-la de Mariscal Sucre. A invasão do país vizinho provocou uma série de conflitos denominados de Revolução Acreana, finalizada com a anexação do Acre ao Brasil, em 1903, através do Tratado de Petrópolis.
“Xapuri transformou-se em vila no ano de 1904 e foi oficializada como município em 1912. O nome da cidade e do museu faz referência ao nome do rio que corta a região que, por sua vez, deriva da tribo indígena dos “Xapurys”.
A sede do museu está instalada em um edifício construído em 1927, para abrigar a Prefeitura Municipal e apresenta uma exposição sobre a história do povo de Xapuri, desde seu povoamento, passando pelo período áureo da borracha que lhe garantiu o título de Princesinha do Acre, até a luta de um de seus filhos mais ilustres, Chico Mendes, líder do movimento de resistência dos seringueiros em defesa dos seringais nativos da região, que culminou na criação das reservas extrativistas de borracha.
O acervo conta com armas do período da Revolução Acreana, mobiliário e uma enorme diversidade de objetos representativos da exploração sobre os trabalhadores da floresta.” (Fundação Joaquim Nabuco, 2010)
Museu dos Povos Indígenas da Ilha do Bananal – Javaé e Karajá
Número: 054 - C
UF: TO
“O Museu dos Povos Indígenas Yny Heto – Casa do Povo Iny – inaugurado na no dia 24 de setembro, é um marco para os índios da região da Ilha do Bananal, em Tocantins. O museu foi contemplado em 1º lugar pelo Edital Mais Museus de 2008, de iniciativa do Ibram/MinC.A festa de inauguração contou com a participação dos índios Karajá e Javaé de diversas aldeias da Ilha, que somam mais de três mil pessoas. Participaram da cerimônia a diretora do Departamento de Difusão, Fomento e Economia de Museus do Ibram, Eneida Braga; o prefeito de Formoso do Araguaia, Pedro Tavares; o presidente da Fundação de Cultura do Tocantins, Diomar Naves, diversas outras autoridades locais, além do cacique Juraci Javaé, que foi o primeiro a idealizar um museu na região.Índios das etnias Karajá e Javaé fizeram apresentação de danças típicas durante o evento e filmes sobre os povos indígenas foram projetados nas paredes do museu. A primeira dança apresentada, o Maracaxi, é realizada em festas e após colheitas e significa a fartura e a alegria do povo indígena. Em seguida, foi apresentada a Iweruhuky Ise, dança realizada após o ritual do Aruanã, feita em homenagem às autoridades presentes na tribo. Mais Museus – A diretora Eneida Braga ressaltou a beleza da região e do museu. Para ela, a Casa do Povo Iny representa bem o programa Mais Museus, que beneficia cidades com até 50 mil habitantes e que não possuem instituição museológica. O apoio consiste na aquisição de equipamentos e mobiliários; elaboração de projetos para execução de obras e serviços; instalação e montagem de exposições; restauração de imóveis; elaboração de projetos museológicos ou museográfico; e benfeitoria em imóveis.Na avaliação da diretora do Ibram/MinC, as parcerias entre município, estado e União, com o apoio do Conselho das Organizações Indígenas do Povo Javaé da Ilha do Bananal (Conjaba), foram fundamentais para o sucesso do projeto.O Ibram/MinC se comprometeu a acompanhar as atividades do museu e fazer com que se torne uma porta de entrada para a Ilha do Bananal. “Só se entra na Ilha com um guia e nossa proposta é que o Museu dos Povos Indígenas seja o primeiro lugar que o visitante conheça”, disse Eneida Braga. Acervo – Adornado com pinturas tradicionais do povo Iny, o museu conta com acervo de 43 peças produzidas pelos próprios artesãos Javaé e Karajá. Destacam-se peças em cerâmica, roupas usadas em rituais e uma canoa. A casa dispõe de espaço para exibição de vídeos sobre a cultura e a língua dos povos Iny, bem como de material sobre a história e os aspectos culturais do município.” (Guia das Artes, s.d.)
Museu dos Povos Originários da Amazônia Verônica Tembé
Número: 055 - C
UF: PA
Um espaço de acolhimento e fruição das culturas indígenas paraenses! Esse é o Memorial dos Povos Originários da Amazônia Verônica Tembé, localizado no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna e batizado em homenagem à primeira cacica Tembé-Tenetehara. Fonte https://museus.pa.gov.br/museus/218/memorial-veronica-tembe
Museu Estácio de Lima
Número: 056 - C
UF: BA
Museu Etno-Arqueológico de Itajaí
Número: 058 - C
UF: SC
O Museu Etno-Arqueológico de Itajaí, inaugurado em 2010, dedica-se às temáticas de arqueologia sambaquiana e etnografia da área rural do Município, evidenciando as manifestações culturais da comunidade local. O prédio abrigava a antiga Estação Ferroviária Engenheiro Vereza, que funcionou até 1971, quando foi desativada a Estrada de Ferro Santa Catarina.
Museu Etno-Arqueológico de Itajaí
Número: 059 - C
UF: SC
O Museu Etno-Arqueológico de Itajaí, inaugurado em 2010, dedica-se às temáticas de arqueologia sambaquiana e etnografia da área rural do Município, evidenciando as manifestações culturais da comunidade local. O prédio abrigava a antiga Estação Ferroviária Engenheiro Vereza, que funcionou até 1971, quando foi desativada a Estrada de Ferro Santa Catarina. Museu de território/Ecomuseu
Museu Etnográfico da Colônia Maciel – Universidade Federal de Pelotas – UFPEL
Número: 057 - C
UF: RS
Museu Etnográfico de Santana
Número: 060 - C
UF: PR
Tradicional/Clássico
Museu Ginásio São José – Ponto de Cultura
Número: 061 - C
UF: MG
Movimento Cultural São José- Museu Ginásio São José- Museu Privado de História e Ciências – funcionou como Antigo educandário de 1905 a 1960, internato e 1ª escola secundária da região- Fundador José Januário Carneiro- ” Dr. Fécas – Casarão de 1862, tombado pelo município,. Antiga fazenda de café que pertenceu ao fundador de Ubá- Antonio Januário Carneiro- Capitão Mor- 1814
Museu Goiano Zoroastro Artiaga
Número: 062 - C
UF: GO
“O Museu Goiano Zoroastro Artiaga foi criado em 6 de fevereiro de 1946, pelo Decreto Lei n. 383. As primeiras coleções do museu foram formadas a partir do mostruário da Exposição Permanente de Goiás (Escola Técnica de Goiás, 1942), e outros objetos expressivos da cultura e história do Estado de Goiás, que foram doados por Acari dos Passos de Oliveira, Joaquim Machado Araújo, Orlando Ribeiro e Zoroastro Artiaga. Desde então novos objetos foram agregados às coleções do acervo do museu, que hoje conta com mais de quatro mil peças.
A unidade passou por uma ampla reestruturação institucional e museográfica. De 1999 a 2003, foram restauradas as fachadas do prédio, telhados, calhas, instalações hidráulicas, com melhorias na ventilação e controle de luminosidade. Formulou-se também, um programa de catalogação digital de acervos de museu, concebido e executado por sua equipe técnica.
Os circuitos da nova museografia descrevem: a história da terra, formação geopolítica de Goiás, fósseis, pré-história, a paisagem natural com uma coleção de taxidermia, arqueologia e mineração colonial, e outros aspectos de ocupação e transformação do território goiano. A etnologia indígena, navegação do Araguaia, arte sacra, folclore, a imprensa goiana, cinema e fotografia, mineralogia, artes industriais; e as salas especiais: sala dos governadores, casa caipira, galeria de arte popular e Sala Zoroastro Artiaga, também formam a nova exposição “Histórias de Goiás”. O museu também conta com o Auditório Henrique Silva, de 90 lugares, laboratório de restauração, reserva técnica e a Biblioteca Regina Lacerda, especializada em história de Goiás.” (Cultura de Goiás, 2019)
Museu Histórico do Crato
Número: 063 - C
UF: CE
“No Museu Histórico do Crato, é possível conhecer alguns artefatos originais dos índios Kariris, encontrados durante as escavações da reforma da Praça da Sé. Há mãos de pilão, armas de corte, machados e uma igaçaba (urna funerária).” https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/
Museu Histórico e Cultural de Dourados
Número: 064 - C
UF: MS
Museu Histórico e Cultural de Ubiratã
Número: 065 - C
UF: PR
Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre
Número: 080 - C
UF: SP
O Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre está situado em Tupã, município paulista da região centro-oeste do estado, a 520 km da capital. Localizado em área central da cidade, na Rua Coroados, foi criado em 20/09/1966 pelo Decreto Estadual nº 46.789-A e é um dos museus estaduais da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Foi aberto ao público em 23 de setembro de 1967, em um imóvel cedido pelo fundador de Tupã (Luiz de Souza Leão).
Em 1980, o museu foi instalado em edificação construída para a finalidade de abrigar coleções, em terreno anteriormente doado para a Prefeitura Municipal de Tupã por Luiz de Souza Leão, empreendedor pioneiro da cidade. A Lei Ordinária Municipal nº 4597, de 08/06/2012, autorizou a celebração de contrato de comodato, entre aquela prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo, referente ao uso do imóvel pelo museu estadual que já o ocupava.
Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre
Número: 081 - C
UF: SP
O Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre está situado em Tupã, município paulista da região centro-oeste do estado, a 520 km da capital. Localizado em área central da cidade, na Rua Coroados, foi criado em 20/09/1966 pelo Decreto Estadual nº 46.789-A e é um dos museus estaduais da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Foi aberto ao público em 23 de setembro de 1967, em um imóvel cedido pelo fundador de Tupã (Luiz de Souza Leão).
Em 1980, o museu foi instalado em edificação construída para a finalidade de abrigar coleções, em terreno anteriormente doado para a Prefeitura Municipal de Tupã por Luiz de Souza Leão, empreendedor pioneiro da cidade. A Lei Ordinária Municipal nº 4597, de 08/06/2012, autorizou a celebração de contrato de comodato, entre aquela prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo, referente ao uso do imóvel pelo museu estadual que já o ocupava.
Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre
Número: 082 - C
UF: SP
O Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre está situado em Tupã, município paulista da região centro-oeste do estado, a 520 km da capital. Localizado em área central da cidade, na Rua Coroados, foi criado em 20/09/1966 pelo Decreto Estadual nº 46.789-A e é um dos museus estaduais da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Foi aberto ao público em 23 de setembro de 1967, em um imóvel cedido pelo fundador de Tupã (Luiz de Souza Leão).
Em 1980, o museu foi instalado em edificação construída para a finalidade de abrigar coleções, em terreno anteriormente doado para a Prefeitura Municipal de Tupã por Luiz de Souza Leão, empreendedor pioneiro da cidade. A Lei Ordinária Municipal nº 4597, de 08/06/2012, autorizou a celebração de contrato de comodato, entre aquela prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo, referente ao uso do imóvel pelo museu estadual que já o ocupava.
Museu Histórico Padre José Gaertner
Número: 066 - C
UF: PR
Desde o ano de 1981, Marechal Cândido Rondon possui o Museu Histórico Padre José Gaertner, que foi inaugurado em 1984 e está localizado no Distrito de Porto Mendes, à 35 km da sede do município.
Museu Histórico Professora Maria José França Foohs
Número: 067 - C
UF: PR
O Museu Histórico Professora Maria José França Foohs possui um acervo de peças históricas que remontam a história de Rio Negro.
Museu Histórico, Antropológico e Etnográfico de Paranavaí
Número: 068 - C
UF: PR
O Museu Histórico, Antropológico e Etnográfico de Paranavaí, existe dede o ano de 2007. Inicíou-se primeiramente como o Projeto Memória e História de Paranavaí que busca resgatar, preservar e salvaguardar o Acervo Histórico e Cultural do Município de Paranavaí. Funciona atualmente junto ao prédio da Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade e é administrado pela FUNDAÇÃO CULTURAL DE PARANAVAÍ.
Museu Indígena da Aldeia Pataxó
Número: 069 - C
UF: BA
Museu de território/Ecomuseu
Museu Indígena Jenipapo-Kanindé
Número: 070 - C
UF: CE
Museu de território/Ecomuseu
Museu Latino Americano
Número: 075 - C
UF: MS
Museu Magüta
Número: 076 - C
UF: AM
“O Museu Magüta é o primeiro museu indígena do Brasil, criado em 1991. A sua história se inicia com a criação, em maio de 1985, do Centro de Documentação e Pesquisa do Alto Solimões: Magüta (CDPAS/MAGUTA), uma entidade civil sem fins lucrativos, coordenada pelo antropólogo João Pacheco de Oliveira, cuja finalidade era apoiar os indígenas na valorização, fortalecimento e divulgação da cultura Tikuna e na luta por reconhecimento de direitos. Em 1986 apoiou a formação da Organização Geral dos Professores Ticunas Bilíngues (OGPTB), que ali realizou muitas de suas reuniões e teve sua primeira sede. A partir de 1987, contando com apoios diferentes de algumas entidades filantrópicas estrangeiras, como a ICCO (holandesa), Pão para o Mundo (alemã), OXFAM (inglesa) e Amigos da Terra (italiana), o MAGUTA expandiu muito as suas atividades. Sob a liderança de Pedro Inácio Pinheiro, Ngematucu:, capitão-geral dos Tikunas e presidente do Conselho Geral da Tribo Tikuna (CGTT), desenvolveu um programa de monitoramento e controle pelos próprios indígenas, com das terras de ocupação tradicional em que viviam então mais de cem comunidades Tikuna no Alto Solimões, com reuniões periódicas das lideranças, um sistema de radiofonia e um jornal próprio. Em 1988, após o massacre do Capacete, o MAGUTA foi o principal ponto de articulação e base de apoio do movimento indígena. A demarcação das terras Tikunas foi operacionalizada em 1992 através da atuação do CDPAS/MAGUTA e de um convênio com a FUNAI e uma agência financiadora austríaca (VIDC).
Inaugurado em 1991, o Museu Maguta chegou a receber em 1995 o reconhecimento internacional por meio de sua premiação como “Museu Símbolo”, conferida pelo Internacional Council of Museums (ICOM). Em 1998 Nino Fernandes, em uma reunião de capitães, foi escolhido como seu Diretor, ali permanecendo até a sua morte em 2017.
O museu está instalado no centro da cidade de Benjamin Constant (Amazonas). Possui rica e extensa coleção de objetos, exibida segundo uma museografia delineada pelos próprios indígenas. Dispõe também de uma extensa documentação sobre a história da região e as lutas indígenas, bem como sobre a literatura e registros visuais produzidos sobre o povo e a cultura Tikuna. Por muito tempo foi o único centro cultural do Alto Solimões e da cidade de Benjamin Constant. O museu desempenhou e desempenha um importante papel na história da luta dos Tikuna e na vida cultural da região.” (Museu Maguta) Museu de Território
Museu Major José Levy Sobrinho
Número: 077 - C
UF: SP
O Museu Major José Levy Sobrinho possui um acervo extremamente variado, formado a partir de doações de várias famílias locais, composto de artefatos isolados ou de coleções de diversas procedências acumuladas pelos doadores, representativos da história e da memória da cidade e região.
Museu Memória e Identidade Indígena
Número: 078 - C
UF: MT
Museu Municipal – Fundação Casa da Cultura de Marabá
Número: 079 - C
UF: PA
Além da preocupação em fomentar pesquisas científicas, desde sua origem a Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM) buscou proporcionar à comunidade marabaense o acesso aos produtos de suas pesquisas. Com esse objetivo foi criado o Museu Municipal, que possui uma exposição multitemática nas áreas de Arqueologia, Espeleologia, Botânica, Pinacoteca, Geologia, Zoologia e Etnologia.
Museu Universitário da Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Número: 005 - C
UF: SP