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FLAN | O Conto Guarani: quando é história de origem e quando é ficção, com Olivio Jekupé

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

23/11/2025, das 11h às 12h

Entrada:

gratuita, por ordem de chegada

Vagas:

30 (trinta)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

Atividade PRESENCIAL e gratuita, com entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início, até o esgotamento das vagas.

Como “história de origem”, para o povo Guarani, seus contos e narrativas são parte integrante de sua cosmovisão e história sagrada, não meras histórias inventadas; tem por função explicar a criação do mundo, a origem da humanidade, dos elementos da natureza e os valores morais e sociais da comunidade e são considerados saberes com força de fonte que explicam o passado e orientam o presente e o futuro, sendo transmitidos oralmente e ressignificados dentro das comunidades. Já a designação “ficção” geralmente se aplica a obras literárias ou artísticas modernas que utilizam elementos da cultura guarani como inspiração ou pano de fundo.

Olívio Jekupé, uma das vozes mais importantes da literatura indígena, a fim de apresentar as diferenças entre “história de origem” e “ficção”, conversará com o público sobre identidade, resistência, sonhos, linguagem poética, de forma a convidar os presentes à reflexão sobre o que significa ser indígena hoje. Em um papo breve, mas profundo, ideal para introduzir debates sobre ancestralidade e pertencimento.

Sobre Olívio Jekupé
Escritor do povo Guarani Nhandeva, da Aldeia Kakane Porã (Curitiba – PR), é autor de mais de 30 obras de literatura nativa, integrando o rol de autores indígenas da primeira geração. Seus livros partem da tradição oral, transcrevendo histórias de seu povo. Três de seus livros, “Ajuda do Saci – Kamba’i”, “A mulher que virou Urutau” e “O presente de Jaxy Jatere”, foram publicados em edições bilíngues, com texto em português e guarani. Também publicou “Nhemongarai Há’egui Avaxi”, “Xerekó Arandu, a morte de Kretã”, entre outros, e organizou “As queixadas e outros contos guaranis”. Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Foi uma das lideranças envolvidas na construção do Centro de Educação e Cultura Indígena (CECI), com foco na educação infantil, atuou como professor de ensino fundamental, além de ser palestrante a respeito das causas indígenas e fazer parte do Núcleo dos Escritores e Artistas Indígenas (Nearin) e da Associação Guarani Nae’en Porã.

Observações:

  • entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início da atividade até o esgotamento das 30 (trinta) vagas;
  • com exceção de crianças de colo, com até 24 meses incompletos, todas as pessoas necessitam de ingresso, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • para sua comodidade, aconselhamos chegar com antecedência de 30 minutos do horário da abertura da entrada;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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