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FLAN | Leitura Coletiva de “TYBYRA: uma tragédia indígena brasileira”

Local:

MCI | 7º Andar

Data:

21/11/2025, das 16h às 17h30

Entrada:

gratuita, por ordem de chegada

Vagas:

30 (trinta)

Informações:

(11) 3873-1541

Classificação:

Livre

Atividade PRESENCIAL e gratuita, com entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início, até o esgotamento das vagas.

Público e autor farão um encontro literário, a fim de conversar sobre a obra “TYBYRA: uma tragédia indígena brasileira”, ao mesmo tempo que farão uma apreciação artística e crítica.

Sinopse: 1614, São Luís do Maranhão, Brasil. Preso à boca de um canhão, prestes a ser executado por sodomia por soldados franceses, Tybyra, Indígena Tupinambá, relembra a própria vida e propaga suas últimas palavras como se, depois de relâmpagos, o som dos trovões saísse de sua boca. Dramaturgia de estreia do artysta Potyguar(a) Juão Nÿn, edição em TUPI POTYGUARA, ficção sobre o primeiro caso de TBLGfobia com um nativo, documentado no país.

Sobre Juão Nÿn
Tem 36 anos e é multiartista Potyguara militante do Movimento Indígena do Rio Grande do Norte, integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa e vocalista/compositor da banda Androyde Sem Par. Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), transita há onze anos entre Rio Grande do Norte e São Paulo, trilhando um caminho entre as diferentes formas de expressão rumo aos espaços de maior contato com o público, ecoando sua mensagem; já se apresentou em marcantes edições do Festival Dosol (Rio Grande do Norte), além de eventos como o Palco do Rock (Bahia, 2009), o Open Circle (Suíça, 2010), o Semeia (Museu do Amanhã – Rio de Janeiro, 2024), e a temporada de “CONTRA XAWARA – Deus das Doenças ou da Troca Injusta” (Sesc Ipiranga – São Paulo, 2024), entre outras apresentações. Lançou, em 2020, seu primeiro livro, intitulado “TYBYRA: uma tragédia indígena brasileira” (Tyryrá: ymã mba’e wai nhandewa regwa pindó reta-re), com ilustrações de Denilson Baniwa, e seu primeiro álbum solo todo em Tupi, chamado “NHE’ETIMBÓ”, em 2024.

Observações:

  • entrada por ordem de chegada, a partir de 1 (uma) hora antes do início da atividade até o esgotamento das 30 (trinta) vagas;
  • com exceção de crianças de colo, com até 24 meses incompletos, todas as pessoas necessitam de ingresso, respeitando a quantidade de vagas disponíveis;
  • para sua comodidade, aconselhamos chegar com antecedência de 30 minutos do horário da abertura da entrada;
  • caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;
  • a entrada/participação de crianças menores de 12 anos só é permitida se acompanhada de um responsável maior 18 anos de idade;
  • para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas.

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