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Museu das Culturas Indígenas

Conheça o MCI

Localizado na capital de São Paulo, o Museu das Culturas Indígenas é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) - Organização Social de Cultura em parceria com o Instituto Maracá, associação sem fins lucrativos que tem como finalidade a proteção, difusão e valorização do patrimônio cultural indígena.

Trata-se de um novo conceito de museu, que nasce com uma proposta inovadora de gestão compartilhada a ser construída ao longo da experiência, com o fortalecimento do protagonismo indígena. Um museu público, em uma metrópole, que reunirá pessoas de diferentes etnias.

Um espaço de diálogo intercultural, pluralidade, encontros entre povos indígenas e não-indígenas, onde a memória da ancestralidade permitirá aos diversos povos originários compartilharem suas mensagens, ideias, saberes, conhecimentos, filosofias, músicas, artes e histórias.

O novo espaço é uma conquista dos povos indígenas, ainda em processo de construção, neste território na cidade, aberto para que o público entre em contato com sua própria história, e com outras histórias do Brasil.

                   

EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS

“Ocupação Decoloniza – SP Terra Indígena” – Coletiva

Uma das exposições temporárias que inauguram o MCI ocupa as áreas externas, como muros e empenas, espalhando por todo o espaço com diferentes linguagens artísticas. Criada e executada por realizadores indígenas, a exposição destaca os grafismos Guarani e murais com onças, pintadas em duas grandes paredes externas. Uma onça-mãe traz a mensagem da importância do papel feminino na defesa da vida. Com olhares decoloniais sobre o espaço urbano, periférico e comunidades, esses artistas vão desconstruindo narrativas equivocadas sobre as culturas dos povos originários. As temáticas da resistência e luta pelos direitos indígenas como parte do movimento de retomada artística indígena na contemporaneidade estão presentes em diferentes obras.

“YGAPÓ: TERRA FIRME” – DENILSON BANIWA

A exposição do artista e curador Denilson Baniwa é um convite para adentrarmos a floresta Amazônica por meio de experiências sensoriais. Ela traz produções contemporâneas, tradicionais, sonoras e visuais de músicos indígenas! Yagapó é a metáfora da resistência indígena que mesmo em constante ameaça externa, vem pela coletividade e compartilhamento de saberes tornar possível o vislumbre de uma futura existência. A dança, o canto, o fazer com as mãos e a conexão com as florestas são caminhos para a continuidade da cultura e da vida, mesmo que árvores caiam, sua matéria orgânica torna viável o nascimento de outras ainda mais fortes.

“Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar” – Xadalu

O artista Xadalu Tupã Jekupé traz, com sua estética na arte urbana contemporânea, a demarcação dos deslocamentos territoriais com múltiplas linguagens e o território identitário indígena ameaçado pela sociedade ocidental. Sua obra denuncia como os territórios originários em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, estão sendo engolidos pelo cimento da cidade, que devora terras e vidas. Cercas de arame revelam não apenas a violência da invasão, mas o estado de segregação étnica que vive o Povo Guarani, e a asfixia do espaço, cada vez menor, das terras indígenas. A emergência e necessidade de visibilidade da diáspora Guarani é uma denúncia da população indígena, expulsa pela expansão da especulação imobiliária e invisibilizada no contexto urbano. (Foto: Fabio Alt)

                   

EXPOSIÇÕES VIRTUAIS

Decoloniza SP Terra Indígena

Publicado em: Agosto, 2022

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